28 de fevereiro de 2013

RETORNO AOS TRABALHOS...

Olá pessoal, passei um ano longe do blog por questões de tempo... Mas em 2013 estamos voltando com tudo, para mais postagens.

ATENÇÂO: Tive que excluir todos os comentários feitos por que alguns eram de muito mal gosto... Tive que excluí-los e acabei excluindo os que realmente acrescentavam. Não precisam concordar com o que falo, aliás esse é um espaço pra discussões de opiniões. Mas sempre deixando claro que desrespeito e falta de educação não será tolerado...

29 de outubro de 2010

O ser humano surgiu na Ásia e não na África...

Artigo publicado no blog: http://criacionista.blogspot.com/2010/10/humanos-surgiram-na-asia-e-nao-na.html, por Michelson Borges.

Humanos surgiram na Ásia e não na África


O berço da humanidade, ao contrário do que sempre se acreditou a as pesquisas científicas confirmavam, não seria a África, e sim a Ásia. É o que diz um estudo publicado nesta quarta-feira no site da revista Nature. Paleontólogos de várias partes do mundo encontraram, na Líbia (norte da África), fósseis de três famílias diferentes de simiiformes — uma subordem dos primatas da qual descendem os seres humanos. Os fósseis encontrados pelos cientistas são de 38 a 39 milhões de anos atrás [segundo a cronologia evolucionista], um período classificado como Eoceno. Foi nessa época que as cordilheiras foram formadas e surgiram os primeiros mamíferos. As várias espécies encontradas no norte da África indicam que houve algum tipo de diversificação biológica anterior à data dos novos fósseis. O problema é que poucos simiiformes que tenham existido antes de 39 milhões de anos atrás foram encontrados na África. E não foi por falta de pesquisa, de acordo com os autores do estudo — o norte africano teria sido bem explorado no último século e nenhuma diversificação de espécies anterior aos novos fósseis foi encontrada.



Se os pesquisadores estiverem certos, esse aparecimento "repentino" de diferentes espécies no solo africano, dizem os autores, só pode significar que a África foi "colonizada" por outros simiiformes vindos da Ásia. Dentre as espécies encontradas, uma delas, Afrotarsius libycus, é alvo de debate na comunidade científica. Alguns pesquisadores dizem que ela pertence a uma família diferente daquela que originou os seres humanos, a Tarsiidae. Já os cientistas que encontraram os fósseis no norte da África afirmam que os dentes dos indivíduos pertencentes a essa espécie se parecem mais com os do simiiformes.



Outros estudos já apontaram que a Ásia seria uma melhor candidata para o surgimento dos seres humanos, mas ninguém sabe quando e como [criacionistas sabem...]. Sem pistas na África, os pesquisadores pretendem vasculhar melhor a Ásia atrás do "verdadeiro" berço da humanidade.



(Veja)



Nota: Finalmente! Eles demoram, mas chegam lá. Criacionistas sempre disseram que a humanidade atual (pós-diluviana) teve origem com a família de Noé e que o ponto de dispersão foi a partir das montanhas do Ararate. Que ficam em que continente? Exatamente: ÁSIA! Quem sabe agora que estão frustrados com a falta de evidências depois de tantos anos de pesquisa nas planícies da África, os pesquisadores se voltem para a Ásia e se deparem com algumas surpresas.[MB]
 
Finalmente. eles têm que decidir onde o ser humano surgiu... assim não pode, assim não dá.. rsrrsrs.(grifos meus)

25 de outubro de 2010

Ricardo realmente consagrou joão pessoa ao demônio???

1ª ACUSAÇÃO: Ricardo teria consagrado João Pessoa a satanás e é postada a foto do mesmo em um terreiro de macumba:
Pois bem, mostrando o e-mail a uma amiga professora da rede municipal de ensino de JP ela me disse: “menino, isso é numa escola municipal de JP, esse acabamento na parede é padrão em todas”

Pesquisando um pouco mais, descobri que na verdade se trata de uma foto feita num evento comemorativo ao dia da consciência negra, numa escola de JP, com lideranças da cultura e religião negras. Percebe-se ao lado a professora Ariane (professora de História da UFPB), atual secretária de educação de JP e sentado o professor Lucio Flávio (Professor de História da UFPB) que são representantes do movimento negro no Estado da Paraíba.

Desmentida a história do terreiro de macumba, vamos ao próximo.

2ª ACUSAÇÃO: Ricardo assumiu o compromisso de colocar 7 estátuas pagãs em entroncamentos de João Pessoa, o sete seria um número cabalístico, o número de satanás. Essa eu nem precisei pesquisar muito, foi ela quem me fez desconfiar do conteúdo do e-mail.

Sou cristão convicto e razoavelmente conhecedor da bíblia e de sua interpretação e sempre soube que o número 7 representa a perfeição, ou seja, é uma representação do próprio Deus.

Só para embasar o comentário:

“Sete é freqüentemente usado nas Escrituras para significar inteireza. Às vezes tem referência a se levar uma obra a cabo. Ou pode referir-se ao ciclo completo de coisas como estabelecidas ou permitidas por Deus. Por concluir a sua obra para com a terra em seis dias criativos e repousar no sétimo dia, Jeová estabeleceu o padrão para todo o arranjo sabático, desde a semana de sete dias até o ano de jubileu que seguia o ciclo de sete vezes sete anos. (Êx 20:10; Le 25:2, 6, 8) A Festividade dos Pães Não Fermentados e a Festividade das Barracas duravam sete dias cada uma. (Êx 34:18; Le 23:34) Sete ocorre muitas vezes com relação a regras levíticas de ofertas (Le 4:6; 16:14, 19; Núm 28:11) e de purificações. — Le 14:7, 8, 16, 27, 51; 2Rs 5:10”.

Desmentida a história do 7 ser o número do demônio, vamos ao próximo.

3ª ACUSAÇÃO: Ricardo teria iniciado a construção de estátuas em João Pessoa para materializar sua consagração a satanás, sendo a primeira estátua o PORTEIRO DO INFERNO, um protótipo da luxúria instalada no contorno da UFPB, veja a foto:

O site Wikipédia define a obra como sendo uma escultura em metal fundido criada na década de 1960 e de autoria do premiado artista plástico campinense Jackson Ribeiro.

Na verdade, a escultura se chama apenas "O Porteiro", o acréscimo no nome foi dado por Virgínius da Gama e Melo, um poeta e boêmio que passava pela mesma em suas andanças noturnas.

A escultura foi instalada em 1967 num canteiro entre o templo da 1ª Igreja Batista e a faculdade de filosofia (prédio do Liceu Paraibano), foi retirada para uma reforma e colocada no espaço Cultural, sendo, por fim, colocada no contorno da UFPB.

Desmentida a história do porteiro, vamos ao próximo.

4ª ACUSAÇÃO: Ricardo construiu na entrada de mangabeira a escultura “o infeliz da costas ocas”, que tem uma cruz no alto, que em monumentos satânicos simbolizaria a vitória do mal contra o bem, veja a foto:

Eita, eita, eita... essa foi pesada demais, chamar uma imagem sacra que simboliza Nossa Senhora como demoníaca foi um ato de desrespeito sem tamanho.

Sabe o nome dessa escultura? É “As Bênçãos a Nossa Senhora das Neves”, de Marco Aurélio Damasceno, um dos vencedores do I Concurso Jackson Ribeiro, veja por outro ângulo:

Desmentida a história do infeliz das costas ocas, vamos ao próximo.

5ª ACUSAÇÃO: Ricardo teria colocado a escultura “cavalo do cão”, em um giradouro próximo a UFPB, vejamos a foto:

Nome verdadeiro da escultura: É “Cavaleiro Alado”, de Wilson Figueiredo, na giratória do Centro de Tecnologia da UFPB, um dos vencedores do I Concurso Jackson Ribeiro, veja por outro ângulo:

Como se pode observar, os olhos de fogo do cavalo não passa de um efeito causado pelas luzes da rua.

Desmentida a história do cavalo do cão, vamos ao próximo.

5ª ACUSAÇÃO: Ricardo teria instalado uma imagem da pomba gira.

Essa não dá nem para desmentir, pois não há fotos ou maiores informações.

6ª ACUSAÇÃO: Ricardo é acusado de instalar um monumento ao demônio na lagoa, com várias imagens satânicas, a imagem representaria a ascensão de satanás e a derrota das milícias celestes, com o demônio em seu trono.

Veja a foto:

Bem, essa escultura ficou famosa em todo país, nada mais é do que uma homenagem ao grande escritor paraibano Ariano Suassuna, é chamada de 'A Pedra do Reino', sendo uma obra do artista plástico Miguel dos Santos.

A obra tem elementos das obras do renomado escritor, como “o auto da compadecida” e “a pedra do reino”, utilizando gravuras desenhadas pelo próprio Ariano em seus livros - estas que estão nas laterais de baixo da escultura.

A obra foi notícia inclusive no portal da globo: http://g1.globo.com/VCnoG1/0,,MUL1347353-8491,00-A+PEDRA+DO+REINO+ILUMINA+PARQUE+NA+PB.html e no portal do correio: http://www.portalcorreio.com.br/noticias/matler.asp?newsId=103164

Desmentida a história da escultura do altar ao demônio, vamos à última acusação.

7ª ACUSAÇÃO: Ricardo teria construído uma estátua no Bessa que representaria a queda dos anjos de Deus, dando continuidade a história simbolizada no altar de satanás na Lagoa.

Segue a foto:

O texto afirma que a escultura estaria simbolizando anjos caindo do céu, numa alusão à derrota de Deus.

A escultura é chamada de “Revoar” e é do artista paraibano radicado na França Luiz Barroso.

Segundo o autor, a escultura teve essa forma escolhida para representar um pássaro na evolução coreográfica do seu vôo, que ora nos remete a estar emergindo da terra rumo ao infinito, ora surge do infinito para encontrar seu repouso na terra, dando sentindo, assim, ao título numa forte alusão ao ciclo da vida. O bico aberto simboliza o canto daqueles que não se deixam calar perante as dificuldades e, numa outra interpretação, o elo existente entre dois corpos num aperto de mão ou num abraço.

Como se percebe, a escultura não tem nada de anjo e mais, se fossem anjos, ao contrário do que diz o comentário, teríamos anjos descendo e subindo o que representaria, no máximo, uma batalha celeste.

Desmentida a última acusação, vamos às considerações finais.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

No fim, percebo que as pessoas que produziram aquele e-mail, assim como aquelas que o repassam com a consciência de que é mentiroso, acabam agindo como os seguidores do demônio que, para atingir seus objetivos, se utilizam de todos os meios e, em especial, o nome de Deus em vão.

Se você enviou aquele e-mail sem ter consciência da mentirada que ele continha, repare esta injustiça enviando esse outro como reparação para as mesmas pessoas.

Vamos deixar que a decisão do voto seja tomada apenas pela análise das idéias e propostas dos candidatos que, diga-se de passagem, são boas opções, tem boas propostas, mas com modelos de gestão bem diferenciados.

Desejo boa sorte aos dois candidatos e que vença o melhor para Paraíba.

REFLITAM E DIVULGUEM!

2 de agosto de 2010

A “negra” história estadunidense: Imperialismo, dominação e riqueza a custa de sangue, roubo e descaso.


Antes de qualquer coisa, venho esclarecer para aqueles que possam achar o título um tanto preconceituoso pela expressão “negra” ser utilizada aqui como sinônimo de uma história ruim. Não uso tal expressão de modo pejorativo e nem tento por meio desse dizer que quando uma coisa é negra venha a ser ruim (até porque o autor desse trabalho é negro), mas sim no sentido de cor propriamente dita, a cor negra remete a escuridão e se tratando da história estadunidense que foi um império construído a custa de sangue, roubo e descaso, foi um período escuro da história e que poucos conhecem ou dão o devido credito.

O grande império estadunidense como ficou conhecido a partir do século XX e se estendeu até hoje, sendo o país mais influente do mundo, mais poderoso economicamente, um dos mais poderosos militarmente, o país que tem cadeira cativa na bancada da ONU, entre tantas outras qualidades exercidas pelos chamados americanos, os Estados unidos estão no cenário mundial como o centro do mundo, e sua influência é notória em todos os lugares, desde a sua língua que é a mais falada no mundo (não no sentido de quantidade de paises falando, nessa classificação o inglês seria a terceira língua mais falada e sim no sentido de que é a língua que mais pessoas falam no mundo diariamente)¹, mas alguém pode dizer que o inglês não é de origem estadunidense, mas mesmo assim fica claro que não é por cauda da influência da Inglaterra nos dias atuais que se estuda, se fala ou se escreve o inglês, e sim pela influência dos Estados unidos da América.

Desde a cidade mais influente do mundo conhecida como Nova York, passando pelos seus fast food presente em todo mundo como o Mcdonalds, seu maravilhoso parque temático como a Disney que é conhecido em todo o mundo, inclusive por causa dos seus desenhos que são exibidos há muitos anos em inúmeros países, seus filmes e estrelas de Hollywood, suas músicas que às vezes as letras são vazias e fúteis, mas já que são cantadas por grandes estrelas americanas fazem sucesso em todo mundo. Só no Brasil mais de um milhão de pessoas viajam para os Estados unidos todo ano, em busca de trabalho, dinheiro, passeio, diversão, entre outras coisas, enfim hoje os Estados Unidos é visto como o país da oportunidade, o país da liberdade e todos vão em busca do sonho americano.

Mas o que muitos não sabem é que os Estados unidos se transformou nessa grande potência mundial com tantas atratividades e esperanças, riquezas através de submissão, imperialismo, roubo e sangue, e é exatamente isso que vamos discutir a partir de agora entendendo desde a sua independência até os dias atuais como se desenvolveu a história estadunidense no mundo.

É estranho imaginar como alguém que se considera subjugado, que se considera injustiçado, roubado e sem direito a liberdade que todos devem gozar podem após conseguir todos os seus direitos, subjugar, privar de liberdade a outros, roubar alguém e foi exatamente isso que aconteceu aos Estados unidos da América.

A independência dos Estados unidos é considerada a primeira revolução americana, as treze colônias americanas que se formaram a partir do século XVII, queriam a definitiva independência de seus colonizadores ingleses. Nas treze colônias haviam desigualdades, enquanto as colônias do sul era basicamente representadas por grandes fazendas e produtos tropicais cultivados por escravos, no norte as colônias era baseadas nas pequenas propriedades e colonos livres.

Por causa do clima no norte os produtos agrícolas produzidos por eles eram iguais aos da Europa causando assim pouca lucratividade, enfraquecendo o comércio com a metrópole, pois não havia muitos produtos exportados para lá e vice-versa, pois o frete ficava caro. No entanto as atividades dos colonos nortistas ultrapassaram as fronteiras da nova Inglaterra, começaram a surgir triângulos comerciais o que mais destaque foi o que exportava produtos para as Antilhas, produtos como peixe, gado, em Nova York e na Pensilvânia transformavam o melaço em mais rum e açúcar que era torçado por escravos africanos e eram exportado para as Antilhas. A Partir daí outros triângulos foram surgindo como por exemplo o da Filadélfia, Nova York que trocavam produtos na Jamaica por melaço e açúcar, esses produtos eram levados para a Inglaterra e trocados por tecidos, ferragens que eram trazidos para a Filadélfia.

Quando o comércio interno nas colônias começou a crescer a ponto de concorrer com o comércio com as metrópoles a Inglaterra começou a agir sobre esse problema, começou então a surgir atritos que resultariam na emancipação das treze colônias. Durante os anos de (1756-1763), a Inglaterra entrou em uma guerra contra a fraca a conhecida guerra dos sete anos, com a vitória inglesa ela se apossou de alguns territórios das colônias francesas, mas para os americanos nada disso importariam se a metrópole não resolvesse aumentar a taxa de impostos e os direitos da coroa sobre eles para pagar os custos da guerra. Além de tudo essa medida da metrópole sobre os colonos tinha como objetivo punir os mesmos por durante a guerra ter cedido homens para batalhar ao lado dos franceses e por fazer negócios com os franceses no Canadá e nas Antilhas. Tudo isso decorreu em várias crises de relacionamento entre as colônias e a metrópole, a Inglaterra aprovou uma medida que enviaria uma força militar de 10 mil homens para as colônias além de cria leis sobre os produtos americanos a lei do açúcar e a lei do selo.

Lei do Açúcar: esta lei estabelecia novas taxas alfandegárias sobre grande quantidade de produtos estrangeiros, entres estes estava o melaço antilhano, que era importante para a fabricação de rum e açúcar.

A Lei do Selo: esta lei exigia que fossem colocados selos em documentos legais, contratos comerciais, jornais e até em baralhos. Esta lei desagradou muito aos colonos, que protestaram, e fizeram uma reunião em Nova York, em 1765, o Congresso da Lei do Selo, que, mesmo afirmando serem fieis a Coroa, decidiram boicotar o comercio inglês. O resultado foi à revogação desta lei e a redução das taxas sobre o melaço.

Além de tudo isso havia nas colônias uma revolução ideológica que os colonos estavam sendo cada vez mais influenciados pelas idéias iluministas que aumentava o desejo de serem independentes e livres.

Além dessas duas leis citadas acima ainda existiram outras leis como a lei do chá que dava monopólio desse comércio a companhia das índias orientais, a companhia transportava o chá das índias para a América, isso acarretou um grande prejuízo aos colonos americanos, a lei da moeda no ano de 1764 que proibia a emissão de dinheiros na colônia servindo para limitar a alta de preços dos produtos agrícolas e tornavam a situação dos colonos cada vez mais difíceis.

Podemos ver até agora que a Inglaterra estava tentando de toda maneira continuar com o controle das colônias e deixa-las cada vez mais submissas a sua boa vontade, todas essas leis e outras que não foram citadas acarretaram em inúmeras revoltas dos colonos que queriam se desvincular da metrópole para poderem ser independentes. No ano de 1774 foi organizado o primeiro congresso continental da Filadélfia, sem intenção separatista, apenas para fazer uma petição ao rei que revogasse todas essas leis extremistas que desfavoreciam aos colonos, porém o segundo congresso continental da Filadélfia no ano de 1775 já assumia de forma direta e cara a idéia separatista, a Virgínia foi à primeira colônia a se declarar independente quando em 1776 tomou a iniciativa de proclamar a declaração dos direitos humanos, porém em quatro de julho de 1776 todos os delegados das colônias na Filadélfia foi promulgada a declaração de independência redigida por Tomas Jefferson. Durante os anos de 1776-1783 ocorreu o que conhecemos como guerra da independência, para os colonos eles estavam independentes desde o quatro de julho de 1776 quando foi promulgada a declaração da independência no entanto a metrópole não aceitou a independência das colônias declarando guerra a mesma, os colonos sabiam que não poderiam vencer sem o auxílio de uma potência européia e foi o que aconteceu, a França se aliou a independência americana não porque estava interessado na independência e sim porque seria uma oportunidade de ver sua rival a Inglaterra derrotada e fragilizada e foi o que realmente aconteceu, no ano de 1783 a Inglaterra sem mais nenhuma opção teve de reconhecer a independência dos Estados Unidos da América pelo Tratado de Versalhes. As fronteiras do novo país foram assim bem estabelecidas, a saber: ao noroeste, nos Grandes Lagos; a oeste, no rio Mississipi.

As colônias americanas lutavam mais diretamente contra a submissão. Exploração, e abuso da metrópole do que contra a independência propriamente dita, esse é um ponto crucial para entendermos a história americana posterior, como pode um país que lutou em suas origens contra tudo isso fazer exatamente a mesma coisa pouco tempo depois?

Após a independência das treze, ocorreu o que conhecemos hoje como a segunda revolução americana também conhecida como a guerra de secessão, foi uma disputa civil ocorrida nos Estados Unidos que colocavam frente a frente às colônias do norte, conhecidas como nortistas e as do sul conhecidas como sulistas. A grande diferença dessas duas regiões era o modo de produção econômica, nas colônias do norte a produção econômica era basicamente industrializada, onde a escravidão estava totalmente ou teoricamente extinta, o nível de desenvolvimento era tamanha em comparação as do sul que os próprios escravos eram alfabetizados, pelo motivo de que o norte era infinitamente influenciado pela doutrina protestante em que a leitura da Bíblia é o ponto fundamental, já as colônias do sul eram extremamente rurais e agrícolas, e o reduto americano da escravidão se localizava exatamente no sul, (...) principalmente nas regiões produtoras de tabaco e algodão, na Virgínia, Geórgia e Maryland. ²

Sendo o escravo uma mercadoria de extrema importância, tanto que Leandro Karnal em seu livro A história dos Estados Unidos. Das origens ao século XXI,

Afirma que ter um escravo era como, por exemplo, ter um bem valioso e que a quantidade de escravos significava prestígio social. Os sulistas eram extremamente vinculados a terra, e os escravos eram o motor principal da locomotiva que fazia a economia das colônias do sul andar, esse era o principal fator que impedia os sulistas de serem a favor da abolição, pois seria como, por exemplo, não haver mais máquinas agrícolas nos dias atuais para fazer o trabalho rural, os homens teriam que trabalhar, automaticamente a produção iria diminuir e muito ou talvez até ruir.

A questão escravista acirrou ainda mais a disputa entre os nortistas e os sulistas, um tanto quanto influenciados pela doutrina protestante dos nortistas que pregava a igualdade para todos, pois todos eram filhos de Deus e mereciam ser tratados como tal. Mas não podemos esquecer que esse não era o único motivo, havia logicamente interesses econômicos do norte que a escravidão sulista privava. Além disso, havia uma ideologia em que os Estados Unidos era um país abençoado por Deus, eram o povo escolhido então deveriam ser superiores aos outros, uma idéia de destino glorioso, “A partir disso, desenvolveu-se a idéia de ‘destino - manifesto’: seria uma missão espalhar a concepção de sociedade norte-americana para as regiões vistas como carentes e necessidades de ajuda”³.

A idéia imperialista americana surgiu dessa ideologia de destino - manifesto, onde sempre se mostrou a idéia de “América para os americanos” mais viva do que nunca, os países da América deveriam ter seus problemas resolvidos dentro da própria América, sem a intervenção de países europeus e exploradores, junto com a política de civilização e progresso, Leandro Karnal mostra que também lia-se democracia e liberdade.

Podemos ver essa idéia de destino – manifesto na prática com a anexação do Texas pelos Sulistas, mas com o total apoio do governo americano. O México se tornou independente em 1821 e herdou o Texas que pertencia à Espanha, mas havia os Estados Unidos que insitiam em querer essa faixa de terra, os mexicanos, no entanto fizeram um acordo com dois americanos Moses e Stephen, ambos elas colonos, esse acordo garantia aos americanos o uso de uma grande quantidade de terra, além da permissão para a entrada de americanos, para servir de agentes da colonização. Atritos então surgiram quando chegavam escravos americanos ao México e o governo mexicano abolia todos, já que a escravidão no México estava proibida, além disso, forçavam a todos a se converterem ao catolicismo, por essas desavenças posteriormente no ano de 1830 a governo mexicano proibiu a entrada de mais imigrantes no Texas, pois cada vez mais os americanos chagavam no Texas, mais os americanos desrespeitavam a legislação Mexicana. A tensão aumentou tanto que Stephen foi apresentar as reclamações americanas ao governo mexicano, além de não ser ouvido ainda ficou preso por mais de um ano, os Estadunidenses que viviam no Texas iniciaram uma revolta e declararam a independência da região no ano de 1836, adotando uma república, a até mesmo uma constituição, logicamente como não poderia de ser apoiada pelo governo americano, baseada na constituição americana.

O governo mexicano estava disposto a não perder o território texano, armou uma esquadra com quatro mil soldados para invadir o forte de Álamo, local estratégico dos colonos americano para lutar contra os indígenas, por exemplo.

No lado mexicano um general chamado Sant’ana procurava fazer de alguma maneira que os americanos respeitassem as leis do México e que a região que era deles não separasse, e que era inadmissível que suas terras que a muito tinham lutados contra a independência espanhola, submissão e exploração fossem novamente roubadas por pessoas vindas de outro país, resumindo o que os mexicanos queriam era viver em paz sem morte nem submissão nem roubo por outros países. Para os americanos era inadmissível que fossem humilhados por um ditador.

Sant’ana atacou o forte de Álamo, a superioridade numérica mexicana foi um dos fatores que favoreceu sua vitória, um verdadeiro massacre com a morte de vários colonos americanos, em resposta o governo americano formou uma tropa vinda dos Estados Unidos para lutarem/vingarem seus compatriotas, os mexicanos foram derrotados em 1836, além de perder seu território que a muito havia sido subjugado pelos espanhóis e com muita luta haviam sido libertos, os mexicanos tiveram que aceitar a derrota e ainda perderem outros territórios que ia até o Rio Grande.

Esse foi um dos meios com os Estados Unidos conseguiram territórios, através de morte, guerra, luta imposição militar e medo, o Texas que era território mexicano, foi roubado pelos estadunidenses, o governo mexicano nunca imaginaria que ao permitir a entrada de colonos americanos para usarem suas terras acabariam sendo roubados. Para alguns o termo ‘roubar’ usado nesse parágrafo soa muito forte, para aqueles que acredita ser normal os exemplos existentes na história de que a civilização superior tem por obrigação subjugar a inferior esse é um caso típico, mas permita-me ser totalmente imparcial neste momento, não usando de entrelinhas para isso e sim sendo direto, não podemos esquecer de como se formou esse tão grandioso país que tanto influencia a nossa vida hoje.

Poderíamos parar por aqui com o exemplo texano, mas temos que mostrar a “negra” história estadunidense como realmente aconteceu, além do Texas que foi tomado pelos americanos temos outros exemplos como o Novo México e a Califórnia.

Após conquistar o Texas o presidente estadunidense James Polk (1845-1849), decidiu expandir ainda mais o território americano, agora ele queria a Califórnia que também fazia parte do México, o presidente tinha interesse no comércio marítimo que a localização da Califórnia continha, os mexicanos mais uma vez não quiseram acordo diplomático, isso deixou claro para os Estados Unidos que a única solução seria outra guerra que realmente ocorreu, com outra vitória americana no ano de 1848, onde os mexicanos assinaram um tratado chamado de Guadalupe-Hidalgo, que reconhecia a fronteira do Rio Grande e ainda passava para os Estados unidos a Califórnia e o Novo México. Após esses golpes americanos sobre o México no século XIV, onde os Estados Unidos usou todo seu poder militar para conseguir seus propósitos, sem levar em conta os interesses do México.

Porém não levando em conta quantas pessoas já haviam morrido, sofrido, por causa da ganância estadunidense de enriquecimento e expansão territorial, os Estados Unidos entraram em outra guerra a chamada Guerra Hispano-americana. A guerra hispano-americana consistiu em uma guerra doas forças americanas contra as forças espanholas que continuavam colonizando a América central. Na década de 1890, o Porto rico e Cuba ainda continuavam como colônias da Espanha, sendo assim com toda boa vontade e com a política da doutrina Monroe: “América para os americanos”, os Estados Unidos que desde o século XVIII com alguns dos seus antigos políticos como por exemplo: Thomas Jefferson, John Adams, James Monroe, consideravam Cuba e Porto Rico como apêndices naturais dos Estados Unidos, se disponibilizaram para tirar os Cubanos do julgo espanhol. Está claro que desde antes da guerra civil os Estados Unidos tinham a intenção de anexar Cuba ao seu território e viu nessa revolta de independência cubana um ponto de como conseguir tal feito. A intenção americana de anexar não só Cuba mas algumas outras ilhas da América Central seria a de possuir total liberdade para o comércio marítimo nessa área, e dessa forma entrar na corrida imperialista que já estava em vigor na Europa, para afirmar isso voltaram mais uma vez a idéia de destino manifesto. O presidente William McKinley e todo o congresso reconheceram como legítima a causa cubana de independência e que como país americano deveriam auxiliar outro país americano. Dessa maneira os Estado Unidos mandaram para a ilha cubana um navio com a intenção de proteger os cidadãos e as propriedades norte-americanas, porém no ano de 1898, uma explosão afundou o navio, chamado de Maine, matando cerca de 260 pessoas, apesar de não se saber quem foi o autor da explosão, muitas são as especulações que rondaram essa explosão, alguns dizem que foram os próprios americanos, outros dizem que foi apenas uma explosão casual no porão do navio, os Estados Unidos no entanto responsabilizou a Espanha pela explosão, dessa maneira o incidente foi o pretexto que os Americanos queriam para declarar a guerra contra a Espanha, a guerra não foi lá tão acirrada pois no mesmo ano em 1898 os Estados Unidos derrotaram a Espanha, tanto que o secretário de estado americano declarou que essa guerra foi “uma esplêndida guerrinha”. Com a vitória os Estados Unidos anexaram ao se território mais alguns territórios dessa vez foi anexada ao território estadunidense à ilha de Porto Rico, as Filipinas, na Ásia, além das ilhas de Guan e Havaí.

Com os espanhóis derrotados com a ajuda dos Estados Unidos, Cuba seria definitivamente independente e poderia agora ter sua própria autonomia, isso seria o lógico, mas não de acordo com os Estados Unidos que após a suposta independência cubana declararam que: “Sem a sua atuação, os cubanos jamais teriam se ‘livrado da Espanha’ e tornou Cuba um protetorado norte-americano. Entre os anos de 1898 e 1902, a ilha esteve sob controle de uma junta militar, com o comando do general Leonard Wood”4.

Com o final da guerra os Estados Unidos não garantiram a independência prometida a Ilha de Cuba, além de anexar aos seus territórios algumas ilhas da América Central e Caribe, não permitiu como tinham prometido a Ilha de Cuba a sua independência, ao contrário disso, ocupou Cuba alegando que sem eles os cubanos ainda estariam sob o jugo espanhol.Quatro anos após o fim da guerra e a posse americana de Cuba resolveram finalmente sair do país, porém não de mãos vazias, criaram um dispositivo onde garantiria a sua ação na região, os Estados Unidos forçaram e conseguiram incluir emenda à constituição cubana, essa emenda possibilitava o aos Estados Unidos total direito de intervir em números assuntos cubanos, com a ‘desculpa’ de manter a ordem e a estabilidade do país, no entanto está mais que claro que o que os americanos queriam era simplesmente ter poder sobre Cuba, dentro essas emendas os Estados Unidos teriam o direito de comprar terras cubanas, a pressão estadunidense a Cuba foi tão grande que até mesmo na constituição cubana os Estados Unidos interferiram, com essa ação ficou claro que todo o processo da guerra Hispano-americana foi apenas um motivo que os Estados Unidos estavam buscando para se apossar de terras na América Central e no Caribe e controlar a América central já que para eles era um lugar estratégico de comércio.

Essa ideologia de povo escolhido, superior, destino manifesto, era na verdade uma desculpa ou justificativa para a ação hegemônica norte-americana sobre outros povos, tanto que o então presidente Theodore Roosevelt (1901-1909) acreditava que a guerra era a maneira com a qual as civilizações superiores demonstrariam a sua superioridade, descartando os mais fracos e consecutivamente deixando a humanidade cada vez mais forte, essa idéia ficou conhecida como “Darwinismo Social”.

Construído então estava o império estadunidense que conhecemos hoje no século XXI e que perdurou durante todo o século XX, a custa de sangue, roubo e descaso, no século XX e XXI vemos esse grande império sempre envolvido nos principais fatos da humanidade desde a queda da bolsa em 1929 até guerra do Iraque.

Nesses dois séculos os Estados Unidos como já foi dito se tornou a principal nação do mundo, seu passado, porém, como conseguiu isso, está enterrado, esquecido, durante todo o século XX os Estados Unidos fizeram heróis e derrubaram vilões, que eles mesmos construíam como no caso de Saddan Hussein, todos nós lembramos dele como um ditador, sanguinário, sem coração, e isso também apoiado com certeza pela mídia mundial que sempre está ao lado estadunidense, em 2003 os Estados Unidos apoiado pela Inglaterra invadiram o Iraque alegando que nesse país estavam desenvolvendo armas de destruição em massa, caçado como um monstro( não pretendo fazer apologia a Saddan Hussein) foi preso e morto, hoje em 2010, sete anos após a invasão nada foi achado no Iraque, e ainda existem soldados americanos no Iraque, matando e morrendo, matando inclusive civis que nada tem a ver com a guerra, pais de família que saem de casa sem certeza de voltarem, estão presos em seu próprio país sem a liberdade de ir e vir. Como afirmei não venho aqui fazer apologia a Saddan Hussein, só venho lembrar que durante a guerra Irã-Iraque, Saddan Hussein então presidente do Iraque foi largamente apoiado pelos Estados Unidos que o fez um Herói mundial, apesar de todas as atrocidades praticadas por esse, isso deixa claro que os Estados Unidos não estão afim de se importar com o bem dos outros, e sim apenas com seus interesses, já que durante a guerra Irã-Iraque Saddan Hussein não foi tido como um ditador sanguinário, o mesmo estava lutando por uma coisa que interessava diretamente aos Estados Unidos, a queda do Irã, quando porém Saddan foi acusado de ser um ditador e os norte-americanos invadiram o Iraque foi passado em toda a mídia as atrocidades feitas por Saddan durante a guerra contra o Irã, só não foi passado que os Estados Unidos estavam apoiando a Saddan Hussein.

A chamada democracia americana é tida hoje como um exemplo mundial, só que desde sempre foi deixado bem claro que democracia é quando se obedece aos Estados Unidos, quando saem dessa linha de pensamento são chamados de comunistas, terroristas e ameaçadores da paz mundial. O mundo pelo menos os populares estão bem claros da influência estadunidense no mundo, influência para o bem e também para o mal, os Estados Unidos é hoje o país mais amado e odiado do mundo, até chegar ao ponto de pessoas ficarem felizes com a atuação terrorista quando os Estados Unidos é vítima de um ataque.

Nessas poucas páginas venho mostrar como se deu a construção do imperialismo estadunidense, seu poder militar, influência mundial, deixo claro que não sou uma pessoa que é totalmente anti-estadunidense, mas não poderia deixar de alertar o quanto foi escura e podre a história norte-americana.

Bibliografia:

1.http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=52271.0;wap2

2. KARNAL, Leandro. Uma nação que se expande e se divide. São Paulo: Ed. Contexto, 2007.

3. JUNQUEIRA, Mary A. Estados Unidos: A consolidação da nação. O século XX, identidade nacional, heróis e foras-da-lei. Ed. Contexto-2001.


29 de janeiro de 2010

O HOLOCAUSTO



O termo holocausto vem do grego e significa " Sacrifício pelo Fogo", tal termo porém é usado para qualquer modo de sofrimento que envolve a perda da vida de uma pessoa, grupos, etinias ou povos.
Nesse contexto moderno durante o século XX tivemos um dos maiores se não o maior holocausto ocorrido durante toda a história da humanidade, durante a segunda guerra mundial e influenciado pela política nazista de superioridade racial.
Para entendermos melhor tudo isso, temos que voltar um pouco mais na história até o fim da primeira guerra mundial, a Alemanha havia sido derrotada e de acordo com o tratado de Versalhes a mesma foi responsabilizada por toda a guerra, sofrendo assim algumas retalhações políticas. O tratado de versalhes feito pelos países vencedores da guerra responsabilizou a Alemanha por toda a guerra, com isso o tratado determinava alguns pontos que deveriam ser cumpridos pela Alemanha, alguns desses incluiam: Ter que pagar os prejuízos da guerra aos países vencedores, não poderiam mais se rearmar militarmente, nem fazer testes com bombas dentro de seu território, além de perder parte de seu território, com isso o mapa europeu mudou, a Alemanha foi cortada e desta forma foi criado outros países.
A Grande Alemanha com seu poderio, seus dois impérios ou Reichs, estava agora destruida pela guerra, seus cofres estavam falidos, seu território estava cortado perdendo habitantes que agora faziam partes de outros países ou seja o moral alemão estava em baixa, o orgulho nacionalista alemão praticamente havia se extinguido, o orgulho de se sentir alemão, que outrora foi um imenso império durante a idade média com o Império romano germanico, simplesmente não existia mais.
Nesse contexto histórico um soldado que participou da primeira guerra mundial pela alemanha foi ganhando notoridade no mundo político alemão, seu nome Adolf Hitler. Hitler tinha um pensamento nacionalista alforado na pele e para ele toda a humilhação que a Alemanha estava passando perante o mundo não era justo para um país tão grande, rico e de uma história tão poderosa. Enquanto mais Hitler crescia no mundo político alemão, suas idéias racistas de superioridade alemã petante alguns povos estavam cada vez mais a tona, e isso foi de muito bom grado ao povo alemão se sentir importante novamente. No entanto em janeiro de 1933 seu partido o partido Nazista subiu ao poder da Alemanha com Hitler como seu lider, após no que se acredita ter sido um golpe armado pelos nazistas, o incêndio do Reichstag, o parlamento alemão em 28 de feverreiro de 1933, o governo(nazista) suspendeu os direitos civis constitucionais e deram total autoridade para que qualquer determinação fosse dada sem que fosse preciso a aprovação parlamentar. Após a morte do presidente alemão em 1934, Hilter no entanto ocupa as três maiores posições do governo alemão: O Presidente do Reich (chefe de estado), Chanceler do Reich (chefe de governo), e Führer (chefe do Partido Nazista).
Após esse apurado históric
o para entendermos como se deu essa idéia de superioridade, voltemos então para o assunto principal do artigo.
Como já foi dito os alemães que chegaram ao po
der no ano de 1933, acreditavam que o povo alemão era racialmente superior aos outros povos e que deveriam por isso se espalhar pelo leste europeu, o sangue alemão era mais puro do que os outros segundo o pensamento nazista, as mulheres alemãs eram influenciadas a terem filhos para que assim possam cada vez mais espalhar a pureza racial.
Mas além disso havia, para eles, alguns problemas, Haviam povos dentro do território alemão que eram considerado povos racialmentes inferiores e para a raça "ariana" ser suprema na europa esses povos deveriam ser extinguidos da face da terra.

Entre vários povos que eram considerados inferiores podemos citar alguns como: os ciganos, os deficientes físicos e mentais, e eslavos (poloneses, russos e de outros países do leste europeu). Existiam também povos que eram inferiores por motivos políticos, ideológicos e comportamentais: tais como os comunistas, os socialistas, as Testemunhas de Jeová e os homossexuais. O mais conhecido sofredor do holocausto alemão foram os judeus.
Na alemanha de 1933 a população judaica era mais de nove milhões de pessoas.
A maioria dos judeus europeus vivia em países que a Alemanha nazista ocuparia ou viria a influenciar durante a Segunda Guerra Mundial.
Pelo grande número de jud
eus, para os nazistas, eles eram o mais e o maior 'inimigo' do regime ariano, foi desenvolvida pelos nazistas o que fico conhecido como " Solução Final" que de modo simples para o entendimento era a aniquilação de todos os judeus no território alemão ou de países aliados.
No início do regime nazista o governo Nacional-Socialista criou campos de concentração para deter seus oponentes políticos e ideológicos. Nos anos que antecederam a Guerra as SS e as autoridades policiais prenderam um número grande de judeus, ciganos e outras vítimas do seu ódio étnico e racial naqueles campos. Para concentrar, monitorar, e facilitar a deportação futura da população judaica, os alemães e seus colaboradores criaram guetos, campos de transição e campos de trabalho escravo para judeus. As autoridades alemãs também estabeleceram um grande número de campos que exploravam o trabalho forçado de não-judeus, tanto no chamado Grande Reich Alemão quanto nos territórios ocupados pela Alemanha. Não importava quem fosse, para o regime nazista se fizesse parte de um desses grupos considerados inferiores seria exterminados, explorados, excravizados, mortos à fome, há quem diga que muitos judeus serviram como cobaias em experiências médicas alemãs, crianças, jovens, adultos, idosos, mulheres, homens, foram cruelmente mortos.
Há historiadores como por exemplo Raul Hilberg que diz que as vítimas do holocausto passavam por quatro fases distintas que eram:

1º Identificação / Definição
2º Discriminação económica e separação
3º Concentração
4º Extermínio

Na primeira fase a da identificação/definição, as vítimas eram identificadas com suas respectivas classes, crenças, idéias, eles eram indentificados de tais modos:
  • amarelo: judeus — dois triângulos sobrepostos, para formar a Estrela de Davi, com a palavra Jude (judeu) inscrita; mischlings i.e., aqueles que eram considerados apenas parcialmente judeus, muitas vezes usavam apenas um triângulo amarelo.
  • vermelho: dissidentes políticos, incluindo comunistas
  • verde: criminoso comum. Criminosos de ascendência ariana recebiam freqüentemente privilégios especiais nos campos e poder sobre outros prisioneiros.
  • púrpura (roxo): basicamente aplicava-se às Testemunhas de Jeová, que por objeção de consciência negavam-se a participar dos empenhos militares da Alemanha nazista e a renegar sua fé ao assinar uma declaração.
  • azul: imigrantes.
  • castanho: ciganos roma e sinti
  • negro: lésbicas e anti-sociais (alcoólatras e indolentes)
  • rosa: homossexuais

Logo em seguida eram descriminadas economicamente, como os judeus em sua grande maioria eram comerciantes, foram obrigados a fechar seus negócios independente de qual fosse, teriam que fechar. Após a identificação e a discriminação economica eles eram conduzidos a campos de concentração, onde iriam trabalhar de forma sub humana, muitos morriam por não aguentarem o trabalho, nos campos de concentração eram colocado em vigor o quarto e ultimo ponto do holocausto que era o extermínio, todos os pontos anteriores foram feitos visando se chegar a esse e nesse ponto eles foram muito bem sucedidos, como já foi dito, muitos morriam pela alta jornada de trabalho, maus tratos, fome, câmara de gás, metralhados, e como alguns julgam dizer como cobaias de experiências médicas e cientificas.
Segundo consta no site:www.direitos.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=637&Itemid=25, mais de 7,5 milhões de pessoas morream vitimas do pensamento racista de seu líder, Adolf Hitler, pessoas justas, boas, más, com defeitos e qualidades, mas que perderam a vida por causa do orgulho racista e a profunda ovntade de se autopromover perante o mundo.
A guerra Acabou definitivamente no ano de 1945 com a invasão das tropas aliadas a Berlin, o mesmo homem que causou tanta dor provocando separação entre mães e filhos, irmãos, netos, pais, namorados, noivos, amigos, casados, não foi homem suficiente para suportar mais uma derrota alemã e consta na história que ele se casou com sua amante e posteriormente ambos se mataram, mas não antes de ordenar que seu corpo fosse creimado para não ficar exposto o corpo imóvel de um dos piores homens que já existiu na face da terra, falando agora não com a imparcialidade de um historiador e sim com a indignação de um ser humano.
Que nunca possamos esquecer essas atrocidades cometidas contra humano, pois só assim nunca mais repetirmos os mesmos erros.

Logo abaixo podemos ver fotos de vítimas dos holocaustos e campos de concentração.



11 de janeiro de 2010

O indio no periodo colonial Brasileiro


Índios, Gentios, Negros da Terra: O termo índio como nos é conhecido hoje deriva de um “suposto” erro do navegador Cristóvão Colombo, que acreditando ter chegado as índias denominou os habitantes da terra de índios.

Apesar do mau uso do termo em que os habitantes foram denominados, convencionou-se a chamar de índio toda e qualquer pessoa que aqui vivia antes da chegada dos europeus, mesmo que a população aqui encontrada seja diferente da população encontrada pelos espanhóis na América central. Além dessas imensas diferenças externas, existia também uma grande diferença interna, dentro do imenso território da América Portuguesa. Outros termos também foram designados para se falar dos índios, como por exemplo: Gentios, usado para designar todos os que não eram cristãos e Negros da terra, como os portugueses já conheciam a exploração de negros africanos, denominou-se negros da terra para os índios explorados que aqui viviam.

Tal heterogeneidade pode ser constatada na vida antes da chegada dos portugueses aqui no Brasil. A vida era muito variada de tribo para tribo, região para região, apesar de haver muitas diferenças entre eles, existia também muitas coisas em comum. De modo geral os indígenas não eram apenas caçadores e coletores, os índios exerciam também trabalho no campo, a agricultura. Plantavam a mandioca, batata-doce, amendoim, feijão, abóbora, plantas que eram usadas na medicina própria, em rituais e etc. Além da pesca e caça de pequenos animais, pois os animais de grande porte como vacas e cavalos foram trazidos pelos europeus posteriormente.

Com a chegada dos europeus na nova terra e o choque dessas duas culturas, ficou claro que as diferenças eram enormes, os nativos brasileiros tinham costumes que para os portugueses eram ou desconhecidos ou no mínimo estranhas, como por exemplo, a prática indígena de ofertar mulheres aos hóspedes. Outro exemplo dessas diferenças era a poligamia, que não chegou a existir de forma geral na cultura ameríndia, mas que aparentemente chocou os pudicos portugueses com sua moral cristã, apenas aparentemente. A visão dos portugueses em relação aos índios logo na sua chegada foi um misto de estranheza e encantamento principalmente pelo fato de andarem nus e não terem vergonha disso, sua língua que era totalmente diferente davam, aos portugueses duas alternativas: ou aprendiam as língua e dialetos dos índios ou ensinavam o português a eles. Os Jesuítas acharam estranho o fato de que algumas tribos viviam em sossego enquanto outras tribos viviam em constantes guerras umas com as outras, as crises diplomáticas foram utilizadas muito bem a favor dos portugueses. Mas o pensamento de encantamento principalmente dos jesuítas mudou quando conheceram seus rituais sagrados, curandeirismo e principalmente o canibalismo, tanto o endocanibalismo, onde eles comiam algum parente morto por motivos principalmente religiosos e o exocanibalismo, onde comiam inimigos capturados nas guerras, para adquirir sua força e coragem.

As relações incestuosas deixam claro tais diferenças de pensamentos culturais, para os índios o parentesco verdadeiro vinha da parte dos pais. Sendo assim não viam problemas em ter relações sexuais com as filhas de suas irmãs ou com qualquer parente que não seja da linhagem de seu pai. O asseio do corpo praticado pelos ameríndios foi também uma das práticas que surpreendeu os europeus de forma geral, o asseio com vários banhos de rios foi recebido pelos europeus como algo estranho tendo em vista que os mesmos não tinham costumes de tomar banho sempre. Com a chegada dos europeus ao Brasil, aos poucos se desorganizara a vida social e econômica indígena.

Os índios foram usados pelos portugueses como meio de adaptação a terra, aos costumes, aos alimentos, em geral a vida na nova terra. Para isso tiveram que definir dois tipos de índios, os amigos e os inimigos. Aproveitando-se dessa divisão e utilizando os primeiros contra os últimos para fazerem guerras e obterem escravos.

Com os índios amigos trabalhando para os portugueses e ainda escravizando os inimigos podemos dizer que tanto os índios amigos como os inimigos estavam inconscientemente ficando a mercê dos portugueses.

A primeira forma de exploração que se viu aqui foi a troca também conhecida como escambo, os portugueses davam produtos seus em troca de algum tipo de trabalho, alimentos e até mesmo escravos que eram capturados pelos indígenas para os portugueses. Aos poucos os índios estavam deixando toda sua cultura e passando a viver a vida que os portugueses estavam querendo que eles vivessem. Os índios foram explorados de três maneiras: O trabalho, obrigatório ou não, sendo pago aos índios uma remuneração quase sempre irrisória, a outra forma era a escravidão propriamente dita e a terceira o regime de administração, que seria um tipo de escravidão na qual os índios seriam forros ou livres formalmente, pois na prática continuariam sendo escravos. Além de tudo havia os jesuítas com seu trabalho de evangelização dos índios ao catolicismo o que fez ainda mais os índios se desvincularem de sua cultura original, com a introdução, por exemplo, do uso da roupa, que foi largamente contestado pelas índias, pois assim, segundo elas, ficaria mais difícil para tomarem banhos regularmente como era de costume. Sem contar que tais roupas trouxeram várias doenças para os índios, como doenças respiratórias e de pele. Os mesmos jesuítas travaram uma longa disputa em função da escravização dos índios, a Coroa estava querendo ganhar lucros com a terra para isso teria que explorá-los enquanto os jesuítas entendiam que os índios não poderiam ser explorados e sim cristianizados, podendo assim explorar e guerrear contra aqueles que não aceitassem o catolicismo, a chamada guerra justa. A forma de pensamento dos portugueses em relação aos índios era bem simples: para os índios que implantasse resistência à ocupação do território ou que não aceitassem a conversão ao cristianismo, à resposta seria a violência, com aprisionamento e morte de tribos inteiras, o aprisionamento dos chefes dos índios entre outras coisas.

Com tudo isso e ainda muitas doenças trazidas pelos europeus e que com o contato com o indígena dizimou milhares e milhares de índios, a degradação não só da cultura, mas do próprio índio ficou evidente. A brusca passagem do nomadismo para o sedentarismo, o trabalho diário e contínuo, além de guerras mais freqüentes que o normal contra os portugueses e no caso dos índios amigos contra outras tribos, guerras financiadas pelos portugueses, mudou completamente o metabolismo, o ritmo de vida e o esforço físico indígena, causando desta maneira a dizimação de milhares de índios.

Não houve para o indígena, em relação à preservação de sua cultura, quase nenhuma vantagem desse encontro com os portugueses, tal contato foi em grande parte dissolvente apesar de muito da cultura indígena está viva hoje principalmente nos interiores, com seus alimentos como o milho, mandioca, abóbora, a muqueca, o caju, e outros costumes como o pé descalço, o tabaco, o banho de rio e etc. Apesar desse contato com os indígenas é certo que existia no período colonial inteiro tribos indígenas que viviam no sertão brasileiro e que não entraram em contato com a cultura portuguesa, sendo assim tal cultura continuou viva por muito mais tempo do que as tribos litorâneas.

Bibliografia Auxiliar

1. http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/indios-brasileiros/indios-no-periodo-colonial.php

2. A formação da elite colonial: Brasil, c.1530-c. 1630/ Rodrigo Ricupero - São Paulo: Alameda, 2009.

3.Casa-Grande e Senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal/ Gilberto Freyre- 51ª ed. revista - São Paulo: Global 2006.

4. Dicionário de conceitos históricos/ Kalina V Silva e Marciel Henrique Silva- 1º ed. - São Paulo: contexto

Bibliografia Complementar

1. História do Brasil/ Boris Fausto – 13º ed. – São Paulo: EDUSP.

2. Segredos internos: Engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835/ Stuart B. Schwartz; Tradução Laura Teixeira Motta. – São Paulo: Companhia das letras, 1988.

3. História dos índios no Brasil/ Manuela Carneiro da Cunha – 1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras.

17 de novembro de 2009

2012, o fim, o início ou uma fraude?


Na última sexta feira(13 de novembro) foi lançado um filme nos cinemas brasileiros, cujo o título é muito significativo: 2012. Referência ao calendário Maia que dizia que nesse ano o mundo "acabaria". Antes de sabermos melhor como se chegou a essa data é de suma importância descobrir e explanarmos aqui quantos e como eram usados os calendários Maias.

O sistema de calendário Maia para nós hoje é estremamente complicado, onde existia dois calendários durante um ano, sendo que um estava inserido dentro do outro. Não entendeu né? Vou tentar explicar melhor.

O HAAB' é o calendário solar dos maias, ele é constituido de 18 meses cada mês com 20 dias dias, além de ser acrescentado um periodo a mais de 5 dias em cada ano(WAYEB').Somando assim 365 dias."Os cinco dias sem nome no fim do calendário, chamados Wayeb', eram dias que se acreditavam perigosos. Foster (2002) escreve "durante o Wayeb, portais entre o reino mortal e o Submundo se dissolviam. Nenhum limite impedia que as deidades mal-intencionadas causassem desastres". Para afastar os maus espíritos, os maias tinham costumes e rituais que eram praticadas durante o Wayeb'. Por exemplo, as pessoas evitavam sair de casas ou lavar e pentear o cabelo". Supoem que o HAAB" foi usado pela primeira vez cerca de 550 a.c.

Existia outro calendário usado pelos maias era o TZOLK'IN, esse era um caléndário onde existia apenas 260 dias, como já foi dito aqui um calendário maia está inserido dentro de outro, e o tzolk'in que contém 260 dias está inserido dentro do Haab' que continha 365 dias. Vamos explicar melhor, o grande calendário é o Haab',( contendo 365 dias, com 18 meses e mais um mês de 5 dias) Dentro desse caléndário está o Tzolk'in,( que são desses 365 dias do grande calendário 260 dias, que são sagrados para os maias).

O tempo para os maias era um tempo cíclico, os anos eram contados até o ano 52, onde depois disso era o calendário zerado, e voltava a uma nova contagem. No fim de cada ciclo de anos havia uma grande festa.

Além desses calendários existia o calendário que era conhecido como o ciclo de vênus, que não vem ao caso abordar aqui.

Como o período ciclico ia até o ano de 52, foi necessário para os maias criarem uma nova maneira de contagem que ultrapassaria esses 52 anos, que ficou conhecido como o calendário da contagem longa.

Juro que é muuuuuito complicado de se entender esse tipo de contagem de tempo, mas vou tentar expliciar de maneira mais simples para que possa ser entendido.

O nome Maia para dia era k'in. Vinte destes k'ins são conhecidos como um winal ou uinal(1 mês). Dezoito winals fazem um tun(1 ano). Vinte tuns são conhecidos como k'atun(20 anos). Vinte k'atuns fazem um b'ak'tun(400 anos). A contagem sempre tinha por base 20, desta maneira o tempo maia ultrapassava e muito os 52 anos do tempo cíclico. Existem também quatro ciclos de ordem maior raramente usados: piktun, kalabtun, k'inchiltun, e alautun. Não disse a vocês que esse tipo de contagem era complicado?

Apesar disso tudo que foi dito aqui, esses calendário todos o problema digo a questão que interessa aqui é o 2012 maia. Foram os maias que disseram isso mesmo? E se foram eles foram isso que queriam dizer mesmo?


Veja:


"O calendário mesoamericano de Contagem Longa forma a base de uma crença do movimento Nova Era, uma previsão feita pela primeira vez por José Argüelles, de que um cataclisma aconteceria no dia 21 de dezembro de 2012, uma previsão que os estudiosos da cultura maia consideram um erro de interpretação, e mesmo assim bastante repetido pela mídia de cultura pop como o problema de 2012".


"Por exemplo, Sandra noble, diretora executiva da organização de pesquisa mesoamericana Foundation for the Advancement of Mesoamerican Studies, Inc., aponta que "para os antigos maias, havia uma grande celebração no fim de um ciclo completo". Entretanto, ela considera que a apresentação de dezembro de 2012 como um evento de fim de mundo ou mudança cósmica como "uma total invenção e uma chance para muita gente ganhar dinheiro".


Não sei se foram com eles que começaram essa história, e se o mundo realmente irá acabar no ano de 2012 ou é apenas segundo o calendário maia mais um final do ciclo de 52 anos, pra falar a verdade eu não acredito que o mundo irá acabar, mas apesar disso devemos muito a essa civilização, na sua astronomia, matemática e em tantas outras coisas.


14 de setembro de 2009

A verdadeira idade da terra!!!


A verdadeira idade da terra nem sempre foi um tema de interesse geral e que nem sempre deu muitas discurssões, por alguns motivos específicos, como por exemplo até a famosa e discutiva publicação de "origem das espécies" de Charles Darwin, era unanimidade a idéia de que Deus teria criado o Mundo em pelo menos 6.000 anos, apartir disso ocorreram algumas divergências. A primeira Deus teria sido retirado do cargo de Criador e tudo passou a ser obra da natureza que seleciona e escolhe os melhores apartir da "SELEÇÃO NATURAL", a segunda divergência é que se não foi Deus quem criou a terra o seu tempo de vida está totalmente equivocada.

Anos mais tarde a física quantica, como alguns cientistas deram o "golpe final" em Deus , com a sua teoria do Big Bang, onde o mundo teria começado a se formar após a explosão de partículas, deixando Deus assim fora de qualquer possibilidade de ser o criador.

Desde então essa questão que que outrora não tinha o interesse de quase ninguém passou a ser discutida de maneira mais assídua, com duas vertentes ou correntes de pensamentos diferentes lutando por essa 'hegemonia", com pesquisas, escavações arqueológicas e geológicas afim de comprovar cientificamente suas idéias dando assim uma notoriedade a suas teorias. De um lado se encontram os Criacionistas e do outro os evolucionistas.

Os cientistas que em sua grande parte são evolucionistas( embora não posso dizer se a maioria são) lutam para comprovar que o mundo tem mais de 6.000 anos, já os criacionistas lutam para provar que além do mundo ser criado por Deus foi a cerca de 6.000 anos.

Não venho aqui fazer apologia nem a uma teoria e nem a outra, venho expor uma idéia que surgiu em minha mente a algum tempo.

OS evolucionistas dizem que o mundo não foi criado por Deus e que o mesmo tem mais de 1 bilhão de anos, e agarram em pesquisas cientificas, já os criacionistas tem como base de sua teoria a própria bíblia que no seu início no livro dos Gêneses fala a história da criação de Deus.

A bíblia diz que: No principio criou Deus o cèu e a terra. A terra porém era sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abismo e os espirito de Deus pairava sobre a face da terra. E disse Deus haja luz e houve luz e viu Deus que a luz era boa e foi o primeir dia.

Enfim podemos notar uma coisa a Bíblia diz que Deus criou a terra e a deixou sem forma e vazia, apenas o seu espirito pairava aqui nessa terra, e depois ele criou a luz e assim aconteceu o primeiro dia.

O que eu venho dizer aqui é que, quando Deus criou a terra e a deixou sem forma e vazia, a bíblia não diz se foi logo em seguinda ou houve espaço pequeno ou gigantesco de anos para que Deus voltasse aqui e dissesse haja luz, que é a criação propriamente dita.

A partir do haja luz para até hoje sim podemos dizer que faz mais ou menos 6.000 anos de acordo com as genealogias encontradas na próprias bíblia, mas o problema é, será que assim que ele fez a terra ele acabou a sua criação ou da expressão " No principio criou Deus o céu e a terra..." até " e disseDeus haja luz e houve luz..." haveria um longo espaço de tempo que pode ser medido pelas rochas existentes aqui na terra?

Sinceramente não sei, mas o que posso dizer é que ambas as correntes vem se desdobrando para provar suas teorias, você tem o livre abitrio para escolher a que corrente irá seguir.

Resumindo a minha idéia podemos dizer assim:


1. Deus criou o mundo e o deixou vazio apenas o seu espirito estava aqui( No principio criou Deus o céu e a terra a terra estava sem forma e vazia...)

2. Passou-se muitos anos(não podemos dizer quanto tempo)

3. Deus disse haja luz e houve luz...( apartir daí até hoje existe mais ou menos 6.000 anos)


Volto a repetir, não faço apologia a nenhuma parte, apenas não nego que Deus foi o criador do mundo, como todo criacionista convicto.


Leia a origem das espécies e também leia a bíblia e tire suas próprias conclusões...

28 de junho de 2009

JESUS REALMENTE EXISTIU???


Viciados em teorias da conspiração adoram a idéia: Jesus nunca teria existido. As histórias sobre sua vida, morte e ressurreição que chegaram até nós seriam mera colagem de antigos mitos egípcios e babilônicos, com pitadas do Antigo Testamento para dar aquele saborzinho judaico. Na prática, Cristo não seria mais real do que Osíris ou Baal, dois deuses mitológicos que também morreram e ressuscitaram.Viciados em teorias da conspiração adoram a idéia: Jesus nunca teria existido. As histórias sobre sua vida, morte e ressurreição que chegaram até nós seriam mera colagem de antigos mitos egípcios e babilônicos, com pitadas do Antigo Testamento para dar aquele saborzinho judaico. Na prática, Cristo não seria mais real do que Osíris ou Baal, dois deuses mitológicos que também morreram e ressuscitaram.

No entanto, para a esmagadora maioria dos estudiosos, sejam eles homens de fé ou ateus, a tese não passa de bobagem. A figura de Jesus pode até ter “atraído” elementos de mitos antigos para sua história, mas temos uma quantidade razoável de informações historicamente confiáveis sobre ele, englobando pistas de fontes cristãs, judaicas e pagãs.


  • De Paulo a Tácito
    Começamos, no Novo Testamento, com as cartas de São Paulo, escritas entre 20 anos e 30 anos após a crucificação do pregador de Nazaré. Cerca de 40 anos depois da morte de Jesus, surge o Evangelho de Marcos, o mais antigo da Bíblia; antes que o século 1 terminasse, os demais Evangelhos alcançaram a forma que conhecemos hoje. A distância temporal, em todos esses casos, é a mais ou menos a mesma que separava o historiador Heródoto da época da guerra entre gregos e persas, que aconteceu entre 490 a.C. e 479 a.C. – e ninguém sai por aí dizendo que Heródoto inventou Leônidas, o rei casca-grossa de Esparta.
    Outra fonte crucial é Flávio Josefo, autor da obra "Antigüidades Judaicas", também do século 1. O texto de Josefo sofreu interferências de copistas cristãos, mas é possível determinar sua forma original, bastante neutra: Jesus seria um “mestre”, responsável por “feitos extraordinários”, crucificado a mando de Pilatos, cujos seguidores ainda existiam, apesar disso. Duas décadas depois, o historiador romano Tácito conta a mesma história básica, precisando que Jesus tinha morrido na época de Pilatos e do imperador Tibério (duas referências que batem com o Novo Testamento).

Esses dados mostram duas coisas: a historicidade de Jesus e também sua relativa desimportância diante das autoridades romanas e judaicas, como um profeta marginal num canto remoto e pobre do Império.



comentário próprio: Muitos cientistas, historiadoes, filosofos e outos "intelectuais" podem até duvidar da palavra que Jesus deixou aqui na terra, pode até não acreditar que ele é o filho de Deus ou como os romanos da época criam, era apenas um fanático religioso sem importância de uma das provincias de roma. Masé impossivel negar que alguém como ele que até hoje tem uma imensa importância para a maior parte do mundo não tenha existido ou que foi um mito inventado pela igreja ou por alguém muito criativo, exism tantas provas da existência de cristo quanto da de Julio César, Nero e outras "celebridades" do mundo antigo.

27 de junho de 2009

ESTUDOS LIGA HOMEM AO ORANGOTANGO!!! HÃ???


Os orangotangos, não os chimpanzés, como se pensava, são os ancestrais mais próximos do homem, segundo um estudo realizado por antropologos americanos, publicado ontem [18/6] na revista Journal of Biogeography. Os cientistas afirmaram que, segundo as análises de DNA e de fósseis, a ideia de que os chimpanzés seriam os primatas mais próximos do homem é “problemática” [mas antes era tão certa...]. Jeffrey Schwartz, professor de antropologia da Universidade de Pittsburgh, e John Grehan, presidente da Academia de Artes e Ciências, analisaram centenas de características físicas de chimpanzés, gorilas e orangotangos. Depois de analisar 63 exemplares, determinaram que os seres humanos compartilhavam 28 características com os orangotangos, mas somente duas com os chimpanzés e sete com os gorilas.
(Zero Hora)Nota: Qual será o próximo candidato a parente do ser humano, o mico-leão dourado? Assim como ocorreu com a "história evolutiva das aves" que, pelo jeito, precisa ser reescrita, a evolução do homem vive sendo revista. Só que antes da revisão, o que se tinha eram "certezas"...[MB]



EXTRAIDO DO SITE HTTP://WWW.CRISTIANISMO.COM

26 de junho de 2009

MATARAM MICHAEL JACKSON!!! PARABÉNS CONSEGUIRAM.


Venho por meio desta pequena declaração, registrar minha mais pura condolência ao rei do pop.
Sim queridos e queridas, mataram Michael.
sempre digo que uma pessoa morre não quando seu coração para de bater e sim quando ele para de sonhar, e conseguiram fazê-lo parar de sonhar.
Sempre soubemos que sua vida foi triste, nunca teve infância o próprio pai não deixou, desde os cinco anos de idade, seu pai o explorou, humilhou, destruiu com uma das coisas mais belas que existe, a infância.
Mas mesmo assim com todo o seu telento venceu tudo e todos, fazendo vôo só, se tornando o que conheçemos hoje, o rei do pop.
Tentou dar a si mesmo o que seu pai o impultou, o sorriso, fez para si a "NEVERLAND" ou terra do nunca, para quando adulto reviver pelo menos um pouco a felicidade da infância que nunca teve, e resolveu deixa-la para as pessoas que ele mais amava, as crianças, como não teve a felicidade, resolveu dar a outras.
Mas mesmo assim ainda não conseguiu ser feliz, pois resolveram tirá-lhe o que mais era proprio seu a felicidade de ajudar aos outros, julgaram, tiraram-lhe dinheiro, mentiram, inventaram, enfim tiraram-lhe os sonhos consequentimente o mataram, pois o homem não morre quando o coração para de bater e sim quando para de sonhar.
PARABÉNS CONSEGUIRAM MATAR MICHAEL JACKSON, AGORA É SÓ LAMENTAR E FINGIR QUE NÃO FIZERAM NADA!!!
DAR CRÉDITO EM VIDA É HONROSO, EM MORTE É VERGONHOSO!!!

HIPOCRISIA NO CRISTIANISMO( VERDADE OU MENTIRA?).


Quando se vê um tema como esse imaginamos e formulamos algumas perguntas: Porque ser cristão, se o cristianismo está cheio de hipocrisia? Assim imaginam tantas pessoas, e essas pessoas tem provas, justificativas e histórias que atestam suas idéias.
Vem a tona fatos históricos que comprovam tais pensamentos, com profunda exatidão histórica. O que dizer do mandamento seguido pelos cristãos: "Amarás o próximo como a ti mesmo"? Sugem peguntas e questionamentos óbvias. Onde está o amor em queimar pessoas na fogueira, enforcá-las, passá-las a fio de espada, guilhotina, enfim, onde existe amor nesses atos? Essas foram atitudes praticads pelos "cristãos" durante séculos.
Sabemos que a inquisição existiu e que por trás dela existiam interesses políticos, sociais e o próprio interesse em manter a igreja(católica).
Mas não venho aqui falar de instituições religiosas e sim de religião, o cristianismo. Sendo claro e rápido vou explicar a diferenças entre esses dois conceitos: Religião, Filosofia de vida com preceitos e normas que são seguidos, instituições religiosas são o que chamamos de igreja, ou seja, uma instituição que segue tal filosofia. Várias instituições existe em uma única religião.
O Senhor dos cristão chamado Jesus, o cristo, revelou a seus discipulos para que não fizessem acepções de pessoas, no entanto podemos ver o "cristianismo" como uma das religiões mais etnocêntricas que existe.
De fato, o que dizer de alguns "cristãos" ante a idéia de alguém ser ateu? Já imagino um "MISERICÓRDIA" vindo no ar, ou a reação "cristã" com seguidores de religiões como o candomblé, espiritismo, islamismo, esses últimos são visto pelos "cristão" como fanáticos, loucos e etc. Lembre-se Amarás teu próximo como a ti mesmo...
São religiões e crenças totalmente desprezadas, inferiorizadas e até mesmo ignoradas.
Não acha você uma baita hipocrisia uma pessoa ser excluido, socialmente e ser tratado de maneira inferiorizada pelo fato de fazer ou não fazer parte de alguma religião? Lembremos que Hitler, tão lembrado por todos pelo mal que causou fez a mesma coisa(guardando as devidas proporções), matou pessoas que ele considerava diferente dele julgando-as inferiores.
Neste momento, não venho fazer apologia um lado(cristãos) nem a outro(não-cristãos), só venho demonstrar o que existe por trás de uma religião com tanta força em todo o mundo. Venho mostrar a realidade que existe dentro dese tal "cristianismo", que de cristianismo não tem nada.
Como um confesso cristão venho mostrar e infelizmente afirmar que tudo o que foi escrito aqui é a mais pura verdade, mas tenho também que demonstrar que esse cristianismo que aqui foi relatado não é o verdadeiro.
Enfim, com base em tudo o que foi escrito aqui podemos afirmar que existe hipocrisia no cristianismo?
Não, você agora está se perguntando, como não????? veja.
Estudando mais a fundo a filosofia do cristianismo veremos que assassinato, mentiras, hipocrisia, acepção de pessoas e etc não estão de acordo com tal filosofia.
Como? não estou entendendo mas nada, você pode está dizendo, mas ouça.
Mostrarei onde quero chegar com isso: Se um funcionário de uma repartição pública rouba algo de seu patrão, podemos dizer que a repartição inteira é corrupta e que não trabalharia neste local pois é um lugar de pessoas más e falsas? Não, logicamente que você não iria pensar assim, do mesmo modo acontece com o cristianismo, as vezes o cristianismo é visto de maneira errada por causa de ações feitas pelos "cristãos" que vão contra sua própria religião, difamando assim o nome do cristianismo.
O cristianismo e principalmente o próprio Cristo nada tem a ver ou não merecem receber a culpa por ações de supostos cristão, que permita-me dizer não merece ser chamado desta maneira.
No entanto o cristianismo puro e verdadeiro não julga, não mente, não mata, nem faz acepções de pessoas, talvez você não acredite nem siga a filosofia do cristianismo, mas deve antes de tudo ter em mente que o cristianismo é composto por pessoas normais, que erram, falham, enfim que como todo mundo pecam, mas nem por isso se deve colocar a culpa no cristianismo e principalmente nunca, nunca e nunca colocar a culpa em Cristo por erros praticados por seus seguidores, sendo que o próprio Cristo não aprova tal ato.
Como disse o lider da religião Islâmica Maomé: Eu gosto de cristo, foi um homem bom, mas não gosto dos cristãos , pois são tão diferentes dele.
PENSE NISSO.